terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Aulas de beijo

Foi sem pensar que comecei a beijar o Dani. 

Ele, estagiário na minha escola, jovenzinho, ainda com um pouco de jeito de menino, quase que nem barba tinha, olhar inocente. Não era do tipo que frequenta academia, mas era magro e ainda com aquela firmeza da juventude. Moreno claro, com óculos, cabelo meio colorido no alto... Tinha uma boca carnudinha e uma língua levemente presa. Daquele tipo que a gente olha e sabe que é gay, embora ele mesmo parecesse não ter descoberto ainda.

Eu, professor veterano, quarenta e tantos, casado, com filho. Pele clara, cabelo castanho, que eu usava mais comprido. Não sou mais um rapazote, mas sempre fiz ginástica, frequento academia, me cuido e tal. Estou coroa, mas, modéstia à parte, um coroa gostoso. Há uns anos eu vinha fantasiando em ficar com macho... Nunca quis trair minha mulher, mas, não sei o que me deu, a ideia de uma rola grossa babando... Mão de homem... Corpo de homem... Boca de homem... Tudo isso começou a me dar um tesão louco... Não sabia o que fazer... 

O Dani não era muito meu tipo. Nos vídeos da internet, sempre gostei mais de caras com um físico um pouco mais atlético, mas não muito musculosos demais. O Dani, mesmo magro, não tinha nada de atlético. Era bem mais baixo do que eu... Mas principalmente, na minha cabeça, era claramente passivo... Conseguia facilmente imaginá-lo de quatro, dando o cuzinho, sendo arregaçado e descobrindo o que já era óbvio para todo mundo... E eu... Eu também queria exatamente isso, embora, diferente do Dani,não tivesse nada de afeminado. Mas eu também queria ser fêmea... Ser viadinho... Ser dominado, arregaçado, comido gostoso... Então, o Dani estava fora das minhas fantasias, exceto porque, quando eu pensava no prazer que ele teria quando finalmente fosse agarrado por um homem, eu morria de inveja... Eu queria ter aquilo também... 

E nossa relação na escola me punha em uma relação mais de dominação também... Na sala da coordenação, onde a gente costumava se encontrar, eu era meio paizão dos meninos. Era ele e uma outra estagiária, a Vitória, também jovenzinha, vivendo as primeiras experiências. Ela costumava contar algumas coisas dela com o namorado, e eu e o Dani dávamos alguns palpites. Era uma relação levemente insinuante, com alguns leves toques mais picantes. Ela contava, por exemplo, que no final de semana ia viajar com o namorado... Falava do medo dela de pegar o namorado na cama com outra... Nada era explícito, mas uma monte de coisa que ela falava deixava a mensagem oculta de que ela era jovem sim mas que estava trepando sem parar... 

Um dia, o Dani comentou que nunca tinha beijado. Eu e a Vi ficamos chocados. "Que isso, Dani...". Fiquei com pena daquele menino tão inocente, apesar de seus vinte e poucos anos... Mas aquilo mexeu comigo de um jeito estranho. Saber que o Dani nunca tinha beijado imediatamente tocou em minhas fantasias, e depois daquele dia passei a pensar nele com outros olhos. Às vezes me pegava pensando na boca dele, imaginando os mamilos dele, como seria a língua dele passando nos meus. Pensava em beijá-lo, em lambê-lo... Me perguntava se no calor das descobertas ele teria vontade de me comer... Comecei a bater umas punhetas pensando nele, imaginando como seria segurar o pau dele, como será que ele gozava, se quem sabe ele não batia punheta pensando em mim também.

A gente se encontrava no dia a dia, alguns trabalhos fazíamos bem juntos, ficávamos sozinhos com frequência. E aquela conversa do beijo abriu algumas portas. De vez em quando ele dizia coisas como "De beijo eu não entendo, mas tal coisa eu sei fazer...", ou se eu dizia que ele precisava aprender alguma coisa, ele falava algo como "Igual beijo, né.. Preciso achar alguém que me ensine isso...". Às vezes eu respondia, mais tentando ser gentil, mas secretamente desejando que aquilo tivesse alguma insinuação: "Não vai ser difícil achar, se você quiser...". 

Aconteceu o que pensando bem era quase que inevitável... Eu cheguei uma tarde na coordenação, e o Dani estava sozinho lá. Quinta-feira, véspera de feriadão, todo mundo tinha ido embora. A escola estava vazia. Cheguei, dei boa tarde, assentei, comecei a trabalhar. O Dani estava todo pensativo. 

_Está triste, meu jovem? - perguntei. 

_Ah... Esses dias assim que todo mundo vai para a diversão eu fico meio pensativo mesmo. - Ele disse. Perguntei porque. _É a história do beijo. - Ele disse. - Não é que eu fique noiado com isso, mas nesses dias fico pensando em todo mundo namorando, se divertindo, e eu parece que estou parado na vida... 

_Pôxa, Dani... Queria poder ajudar - falei, juro que sem segundas intenções. 

_Sabe, professor - é assim que ele me chamava - Às vezes fico pensando em como é... - Engoli a seco. Aquilo me despertou um tesão. Comecei a olhar boca do Dani, a forma como o corpo dele se movia, os contornos que ele deixava na roupa, imaginando. Pensei em todas as punhetas que eu já tinha batido para ele. - Fico um pouco triste...

_ Pôxa, Dani... - repeti e me assentei ao lado dele - Não fica assim não. É questão de tempo... E de você querer. Tenho certeza de que tem gente por aí querendo te beijar.

_Sabe, professor... Vou te confessar uma coisa... Eu... Eu tenho medo de não saber... De não saber beijar... Tenho vergonha... - E ficou em silêncio, tristonho.

A essa altura eu já estava definitivamente excitado, sentindo frio na barriga, já propenso a fazer loucura. Pus a mão no ombro dele:

_Dani... É meio anti convencional, mas... Se quiser... Posso te ensinar... - Foda-se. Dependendo da reação dele eu ria e falava que era brincadeira.. Mas não:

_Professor! Mas você é casado... 

_Bem... Seria uma coisa quase que de professor para aluno mesmo... Técnica... Nada que eu precisasse contar em casa... - Ficamos em silêncio um tempo, nos olhando. Eu vi que ele estava tentado. _ Quer? 

Foi um pouco naquela do quem cala consente. _Vem, vou lhe ensinar. E nos levantamos. _Vou fechar a porta, falei. Ficamos de frente um para o outro, bem próximos, já um pouco ofegantes. Ele é um pouco mais baixo do que eu. Pus a mão na cintura dele e disse: _É assim... Vou beijar seus lábios... Só um selinho... Você me beija de volta do mesmo jeito, ok? Ele fez que sim. 

Beijei o Dani, e ele a mim... Ficamos assim um tempo... Falei, voz baixa, olho fechado, ele também: "_Agora vou pôr um pouco de língua... Você faz igual... Vou continuar beijando e lamber seu lábio, sua língua... Só a pontinha... Depois mais um pouco..." E assim fizemos, um tempão... Eu o puxava para mim, ele me puxava para ele... Instintivamente a gente ia se esfregando um pouco... O Dani estava tímido... Nunca tinha ficado com ninguém... Fiquei com medo de forçar a barra e estragar o momento... Mas ele estava com uma calça de tectel, então eu sentia bem o pau dele duro por baixo... Que delícia... Quando eu o esfregava um pouco mais, percebia que ele ficava um pouco mais inseguro, tímido, mas eu dizia: _Relaxa... Tudo bem... Está gostoso... E ele então relaxava.. Eu enfiava a mão por baixo da blusa dele e alisava as costas... Dava uns beijos na orelha... Ensinava, baixinho: "Pode beijar outras partes também... Lamber... Orelha, pescoço... Olha...". E fazia com ele, e ele fazia comigo... "Não é gostoso?", eu perguntava, e ele fazia que sim com a cabeça, tadinho... Dizia: "É...". Estava louco de tesão... 

Foi uma tarde deliciosa, que me lembrou dos meus encontros com minha primeira namorada... De certa forma inocente, mas cheio de desejo, de promessas para próximas vezes... Eu não quis forçar tanto a barra naquele primeiro dia... Sabia que haveria outros... Seria bom deixar o Dani pensando em alguma coisa quando chegasse em casa...

Quanto a mim, cheguei na minha morrendo de tesão... Naquele dia trepei com minha mulher como não fazia há muito tempo... Mas no meio da noite acordei cheio de tesão e fui bater punheta pensando no Dani... Já tinha umas ideias para as próximas vezes... 




terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Uma coisa para beber - parte III

 Certo dia, eu o Ricardo estávamos num frot gostoso... Já tinha algumas semanas que a gente vinha se pegando. Nem a Laura, minha mulher, nem a Letícia, a dele, desconfiavam, claro... A gente era amigo há muito tempo, sempre fazíamos alguma coisa juntos, então era acima de qualquer suspeito. E ainda morávamos perto. Desde aquele dia que o Ricardo tinha me pegado pela primeira vez, era só um de nós estar sozinho em casa para o outro ir...A Letícia saía para o trabalho e o Ricardo estava em modo remoto naqueles dias... Eu estava de férias... Então quase todo dia tinha uma sessão de beijos e punhetas na casa dele, enquanto os meninos estavam na escola.

Naquele dia, estávamos nesse frot gostoso, no sofá do Ricardo... Eu estava ajoelhado sobre as coxas dele, de frente para ele... Já estávamos praticamente sem roupa. A gente esfregava nosso pau, com muito tesão... Eu estava delirando... Sentia a textura do caralho dele com um pouco de atrito com o meu... Esfregávamos às vezes cabecinha com cabecinha, bem leve... Apertávamos os dois juntos, dávamos uma punhetada... Tudo era novo e muito tesudo... Acho que eu nunca tinha sentido tanto tesão na vida... Entre uma esfregada e outra, a gente se beijava... O Ricardo lambia meus mamilos de levinho, e eu os dele... Ele beijava meu pescoço, enfiava a língua na minha orelha... Parecia que eu estava me desmanchando... 

Acho que foi a primeira vez na vida que me senti de verdade uma putinha, que percebi que eu queria ser uma fêmea daquele macho... Não conscientemente, mas como uma vontade que veio em mim... 

"Que gostoso..." - Deixei escapar, baixinho, sem querer... "Eu estou louco para dar para você..."

O Ricardo parou... Riu... Achou bom... Lambeu meu mamilo de novo, juntou a boca dele na minha, perguntou: 

_Tem certeza? - e veio beijando meu pescoço... Eu, fora de mim, só falei:

"Tenho... Eu quero..." E repeti: "Eu estou doido para você me comer..."   

Ele então me virou, me deitou no sofá e ficou entre as minhas pernas. O pau duro, todo meladinho, ficou fazendo pressão na parte interna da minha coxa, que ficou melada também... Ele se virou, no meio de mim, e veio lamber meu mamilo. O pau dele roçava minhas bolas... Eu estava doido de tesão. A língua dele no meu peito parecia uma espécie de droga, de entorpecente... Era inebriante... Ele foi descendo, beijando minha barriga... Segurou meu pau... Começou a chupar um pouco... Como eu fazia com ele, encostando os lábios e a língua de leve de leve, segurando e dando umas punhetadas pequenas, só para eu sentir... 

_Quer me mamar um pouco? - Ele perguntou, e eu fiz que sim... Ele então veio subindo... Abriu as pernas e veio me escalando com a coxa, eu no meio, roçando as bolas em mim, me deixando louco, até se assentar ajoelhado no meu peito, com aquela vara deliciosa balançando na minha frente...: _Toma... Pega sua mamadeira... 

Comecei a chupetar gostoso... O Ricardo punha a cabeça para trás, acariciava meu cabelo, gemia, falava que estava gostoso... Que eu chupava gostoso... Eu acariciava a cabeça do pau dele com a língua, sentindo o melado sujando minha boca... Acariciava a perna, passava a mão nas costas dele, sentindo ele se contorcendo...  Eu ficaria ali mamando aquele cacete gostoso até engolir todo o leite que ele jorrasse, mas o Ricardo estava com outros planos... 

Me beijou... Desceu até meu mamilo... Lambeu mais um pouco, com a pontinha da língua e os lábios... Passou pela barriga... Deu mais uma mamada de leve no meu pau... E aí, entre as minhas pernas, me pegou pela cintura... Ele encaixou a rola dele, grossa, dura, melada, pulsante, no meio da minha bunda e começou a roçar... Eu quase morri de tesão... Olhávamos um para o outro com a boca entreaberta, cada uma mais enlouquecido do que o outro... 

Foi então que ele enfiou a mão atrás do sofá e puxou de lá algo que logo descobri que era um frasco de lubrificante... Filho da puta... Já tinha planejado tudo... Ele jogou um tanto daquilo sobre o pau dele, espalhou com mão e depois veio enviado o cacete entre minha bunda... Roçando a cabecinha, ele achou a entradinha do meu cuzinho virgem e encaixou ali, apertando de levinho... Soltei um ai baixinho, sentindo a cabeça do caralho dele abrindo meu rabinho pela primeira vez... 

Ele mexia um pouco, forçava, rodava, apertava... Cada vez entrava um pouco mais, e pouco a pouco meu cuzinho ia se abrindo para a entrada do caralho dele... Quanto mais ele entrava, mais eu ia sentindo aquela putinha aflorar em mim....Já tinha fantasiado aquele momento muitas vezes, já tinha brincado comigo mesmo enfiando meu dedo, lambuzado de sabonete, na hora do banho... Mas a sensação real de uma rola entrando dentro de mim, me arrombando, me dominando, me desejando, tendo prazer comigo... Era de matar... Quanto mais o Ricardo vinha, mais eu queria, mais eu tinha um urgência, uma vontade de pedir para ele enfiar, meter, me fuder, me arregarçar, me fazer de puta, me tratar como um viadinho... 

E ele vinha... Vinha... Na medida que eu ia me entregando, me abrindo, ele vinha com mais paixão, com mais movimento, metendo mais fundo, socando, socando, socando... Eu sentia as estocadas e pensava "Eu sou uma bicha... Eu sou viadinho... Eu sou fêmea... Eu sou a puta do meu macho..."... 

Parecia que o pau dele estava cada vez mais grosso, que meu cu estava cada vez mais cheio, mais arregaçado... Era diferente de tudo... Um tesão que eu nunca havia sentido na vida... Pela cara do Ricardo, pela respiração dele, pelos movimentos, pela forma como ele me segurava, eu sabia que estava chegando a hora dele gozar... E eu estava com vontade também... 

Nessa hora, meu telefone, que estava na beirada do sofá, ao alcance da minha vista e da do Ricardo, começou a tocar... Na tela apareceu o nome "Laura", e a foto da minha esposa... O Ricardo olhou bem no fundo do meu olho... Eu bem no fundo do dele... Trocamos um sorriso malicioso, e acho que ele gostou disso, porque veio com mais tesão ainda dentro do meu cu, enfiando, metendo, arregançando... 

Ele me beijou gostoso e sussurrou: _Vou gozar em cima de você... E ficou repetindo baixinho: _Vou gozar... Vou gozar...", enquanto eu respondia... "Vem... Vem..."...

O Ricardo então tirou o pau e gozou muito, muito gostoso... Jatos de porra... Grossos, suculentos... O primeiro veio na altura do meu peito, caiu bem no meu mamilo... O Ricardo gemia, urrava, enquanto eu acariciava as bolas dele, me punhetava, deixava escapar... "Que gostoso... que gostoso".... Eu me punhetava vendo aquela gala toda sair em cima de mim, me entregando, e o Ricardo ainda em êxtase enfiou o pau dele no meu rabo de novo e disse: _Vai... Agora é sua vez...

Nem precisou falar mais... Eu gritei e me contorci, enquanto o jorro vinha e saía como um tiro do meu pau, enquanto o Ricardo metia mais fundo, no ritmo da minha gozada, só aprovando "Isso... Isso... Goza gostoso..."... 

Quando acabou, fiquei ali, ofegante, dominado, arregaçado, sentindo o corpo do Ricardo no meu todo fodido... Ele se deixou cair em cima de mim, e senti o peso dele ainda cheio de tesão... Ficamos ali os dois, nos beijando, nos acariciando, deliciados, melados de porra, sabendo que a gente tinha profanado mais um limite e que nunca mais conseguiríamos parar com aquilo... 

Enquanto ele me lambia de leve o pescoço, beijei a orelha dele e só consegui dizer: "Seu puto..."

Ele deu uma lambida no meu peito, me beijos mais uma vez, chegou a minha orelha e respondeu: 

_Sua puta...