quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Uma coisa para beber - parte II

Acho que nunca esporrei tanto na vida igual nas semanas seguintes a ter batido punheta para o Ricardo pela primeira vez... Sentir a porra dele na minha mão, a boca dele na minha boca... O pau de outro homem pulsando, e justo o dele... Eu já havia batido tantas punhetas pensando naquilo, sonhando... Aquilo abriu uma coisa na minha cabeça, na minha vontade... E acho que nele também... O Ricardo sempre tinha dado pinta de ter uns desejos gays comigo... Era até brincadeira na nossa turma, quando a gente era novo... Acho que passar a língua na minha língua e sentir o caralho pulsando na minha mão derrubou barreiras nele também... 

Nas primeiras semanas depois daquela noite, quase todo dia a gente dava um jeito de se encontrar... Ele achava uma hora de ficar sozinho em casa, ou eu achava... Ou eu passava no trabalho dele, ou ele no meu... A gente ia para um canto escondido e se enroscava.. Ele me beijava com paixão... A gente se esfregava, se alisava... Logo fomos descobrindo os pontos que deixavam o outro com mais tesão... Mamilo, nós dois adorávamos... Ele me lambia, e eu lambia, às vezes punhetando junto, às vezes só apertando as coxas dele ou as costas... A língua dele em mim parecia fogo no plástico... Eu me desmanchava todo em tesão...

O boquete a gente ia aprendendo.. Eu via que fazer em mim não era muito a praia dele, mas ele dava umas chupadas.. Em compensação, parecia que ele adorava como eu fazia nele... Eu dava beijos pequenos, encostando de leve a ponta da língua na cabeça, às vezes acariciando ou lambendo de leve as bolas... Era assim que eu gostava quando a Laura fazia em mim... Mas não cheguei a ganhar leite na boca naqueles primeiros tempos... 

Fui percebendo que bater punheta para mim também não era o que o Ricardo mais gostava... Ele fazia isso, mas normalmente preferia só falar "Agora é só sua vez...", e lambia meu mamilo e acariciava meu cu enquanto eu mesmo me punhetava até gozar gostoso... Ou então nos esfregávamos até gozar, o que eu achava delicioso também... 

Mas acho que o que eu mais gostava naqueles primeiros tempos de descobertas era de bater punheta para ele... Beijando a boca dele, ou lambendo o mamilo dele... Ou simplesmente olhando, enquanto ele revirava os olhos... 

Tive até que interromper a escrita aqui bater uma punheta...  

Eu adorava cada momento... Quando eu pegava no pau dele, ele soltava um gemido de tesão... Dava para ver que o simples contato da pele já era tesudo... Eu também achava... Gostava de apertar o cacete na mão, sentir... Passava de leve o polegar na cabeça para espalhar a porra melada que já ia ficando... Às vezes passava um pouco na boca, beijava o Ricardo... Punhetava um pouco, parava quando ela ia gozar... Repetíamos essa dança várias vezes, cada vez com mais tesão, ele aguentando cada vez menos... Até chegar uma hora que a gente via que ele não ia aguentar mais...

Eu sentia a esporrada dele chegando, ele me apertando, às vezes me lambendo o mamilo, às vezes boca na boca... Às vezes a gente ficava calado, às vezes falava alguma coisa... "Que gostoso..."... 

Quando ele finalmente gozava, me apertava, ou se contorcia... Eu via ou sentia aquela porra grossa saindo do pau dele, às vezes em um jato, às vezes transbordando igual lava... Era gostoso demais sentir aquele leite quente e grosso se derramando. Eu adorava ficar sentindo aquilo ali na minha mão, enquanto beijava o Ricardo, às vezes passando a mão suja de porra nele, às passando em mim... 

Lembro uma vez que ele soltou um jorro que caiu na minha virilha... Quando me leventei para subir a calça, aquele fio de porra foi escorrendo pela minha perna... Delicioso... Eu morria de tesão... 

Às vezes, depois, ele falava "Agora é sua vez..."... E vinha me beijar e me lamber enquanto eu batia a minha punheta... Às vezes ele só ficava olhando... "Bate que eu quero ver..."... Às vezes ele me ajudava com a mão dele na minha...

Era muito bom... Muito gostoso, muito tesudo... Vou morrer de tesão para sempre lembrando que minhas primeiras experiências com macho foram aquelas momentos deliciosos de punheta com o Ricardo, enquanto as nossas mulheres cuidavam da vida deles, sem nem imaginar que os maridos delas estavam se pegando daquele jeito...



domingo, 18 de janeiro de 2026

Uma coisa para beber

 _Espera, que eu vou trazer algo para você beber... - Ele falou e me deixou na varandinha que eles têm no apartamento deles.

O Ricardo e a Letícia sempre nos convidam para uns comes e bebes na casa deles e isso sempre mexe com minha imaginação, porque minha mulher e a Letícia sempre descem numa delicatessen que tem lá perto para trazer umas coisas , e eu e o Ricardo ficamos sozinhos por pelo menos uns vinte minutos... Claro, ninguém ali sabe das minhas vontades... Ninguém sabe que tenho vontade de estar com macho, que eu secretamente bato punheta assistindo a vídeos de homem com homem... Que desde jovem eu tenho esse desejo, que não realizei quando era solteiro e que depois  ficou difícil... Nunca quis pôr chifre na minha mulher... 

Mas principalmente ninguém sabe que eu morro de tesão no Ricardo... Sempre fantasiei com ele, desde o tempo de solteiro... Uma vez rolou um clima... Ficou aquele silêncio... Acho que os dois queríamos, mas ninguém teve coragem de dar o primeiro passo... Ah, quantas punhetas não bati pensando naquele dia... Mas não parecia que haveria outra oportunidade.

Então, quando a Laura (minha mulher) e a Letícia desceram para a delicatessen aquele dia, fiquei só encostado ali no parapeito da varandinha, pensando vagamente no assunto, enquanto o Ricardo ia buscar a bebida...

_Veja se isso está bom para você... -  Quando me virei, fui pego de surpresa... O Ricardo estava sem camisa, deixando aquele peito delicioso, com apenas poucos pelos, à mostra...A barriguilha da calça estava aberta, a cueca abaixada, e o cacete maravilhoso dele estava duro, apontando para o teto... Fiquei sem fala, no susto sem entender se era brincadeira ou uma investida corajosa...

_Quer bater uma? - ele falou, e já foi se aproximando...

_Que caralho gostoso - eu falei, mas, juntando toda uma coragem que me deu de repente, já esticando o braço em direção ao pau do Ricardo - Posso pegar? 

Segurei com carinho o pau do Ricardo e já fomos nos beijando... Eu me derreti de tesão... Era a primeira vez que eu pegava no pau de outro homem. Achei delicioso... Fiquei louco de sentir aquela tora dura na minha mão, enquanto a língua do Ricardo se enrolada na minha, e a mão dele se enfiava em minha roupa e acariciava meus mamilos...

_Que caralho gostoso... - eu repeti, minha boca grudada na do Ricardo, enquanto eu o punhetava devagarinho....   

Nós ficamos nos beijando, nos lambendo... Estava tão delicioso... O Ricardo me apertava com os braços fortes dele, me lambia a orelha, os pescoço, minha boca... Eu gemia, eu me entregava... Estava enlouquecido de segurar o cacete dele, sentindo a cabeça melada, esfregando meu próprio pau no corpo dele... Eu punhetava um pouco, parava, punhetava um pouco mais, e o Ricardo falava baixinho, no meu ouvido "Que delícia...", "Que gostoso...", "Tá muito gostoso...". 

De vez em quando eu punhetava um pouco mais, até ele segurar minha mão... Esperava um pouco, soltava, e aí eu começava de novo, e dali a pouco eu soltava de novo... O intervalo foi ficando menor, e menor, e cada vez menor, e o Ricardo me segurava e me beijava, e eu insistia... E ele segurava minha mão de novo... "Por que você não deixa?", eu perguntei...

_Você vai ficar com mão toda melada - ele sussurou, sorrindo, baixinho, a boca encosta na minha.

"Não tem problema", eu falei... "A gente limpa antes delas chegarem..."

_É? - ele perguntou ("Ahã...", eu respondi, e vi que ele foi deixando)

"Vem...", eu falei, sentindo que ele ia deixar o orgasmo chegar... "Vem... Deixa.... Vem.... Vem... Vem..." - e ele ia me apertando, ofegante - "Vem... vem... vem... vemmm..." - E o Ricardo gemeu alto, urrou, urrou, urrou várias vezes... _Aaaaah! Aaaaaaah! Aaaaah! Eu sentia aquelas golfadas de leite quente saindo, me melando, escorrendo na minha mão... "Que delícia, Ricardo... Que delícia... Goza... Goza, vai... Goza gostoso... Que delícia..."

Ficamos ali um tempo, nos beijando, eu segurando o pau do Ricardo, ainda duro, ainda latejando... Quando soltei, minha mão estava toda suja de porra... Passei no peito do Ricardo, na boca dele, nas costas, passei na minha boca também, e nos beijamos, às risadas, sabendo que tínhamos feito algo que há muito tempo desejávamos... 

Não tivemos muito tempo para conversar depois... Logo as mulheres voltaram, o tempo do Ricardo se limpar... Durante a noite trocamos olhares, ficou aquela eletricidade no ar o tempo inteiro... Só um minuto que ficamos a sós na varandinha e que ele parou do meu lado e falou baixinho: _Isso não vai parar aqui não, viu? Eu sorri de volta, já morto de vontade pelos próximos passos...

Naquela noite, quando cheguei em casa, comi a Laura como há muito tempo não fazia... Coloquei ela de quatro, lambi o cuzinho dela, ela ficou doida... Passei meu pau melado nos peitos dela, algo que sempre deixou ela louca... Meti por cima e depois viramos para ela cavalgar... Ela gemeu como uma puta, chegou até a falar um "me fode..." no meu ouvido quando ia começar a gozar... E foi gostoso mesmo... Quando eu gozei, senti que estava inundando a buceta dela de leite e parecia que ela estava sentindo os jatos estocando ela por dentro... Foi um tesão, e todo mundo ficou feliz... Mas sei que aquele tesão tinha vindo é do Ricardo... E que o que eu estava pondo para fora era a vontade que ele havia me dado. 



domingo, 4 de janeiro de 2026

Feliz 2026!

 Oiê...

Os anos vão passando, e meu cuzinho vai ficando invicto aqui... Também minha língua, minha mão... Haja fidelidade à patroa!

Que em 2026 possamos soltar aquele jorrão que a gente quer e merece...

Enquanto isso, aparece... Escreve... Vamos conversar, falar de tesão, de vontades, de fantasias... Adoro... secretissimo15@gmail.com

Um beijo e felicidades! Vem...