terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Aulas de beijo

Foi sem pensar que comecei a beijar o Dani. 

Ele, estagiário na minha escola, jovenzinho, ainda com um pouco de jeito de menino, quase que nem barba tinha, olhar inocente. Não era do tipo que frequenta academia, mas era magro e ainda com aquela firmeza da juventude. Moreno claro, com óculos, cabelo meio colorido no alto... Tinha uma boca carnudinha e uma língua levemente presa. Daquele tipo que a gente olha e sabe que é gay, embora ele mesmo parecesse não ter descoberto ainda.

Eu, professor veterano, quarenta e tantos, casado, com filho. Pele clara, cabelo castanho, que eu usava mais comprido. Não sou mais um rapazote, mas sempre fiz ginástica, frequento academia, me cuido e tal. Estou coroa, mas, modéstia à parte, um coroa gostoso. Há uns anos eu vinha fantasiando em ficar com macho... Nunca quis trair minha mulher, mas, não sei o que me deu, a ideia de uma rola grossa babando... Mão de homem... Corpo de homem... Boca de homem... Tudo isso começou a me dar um tesão louco... Não sabia o que fazer... 

O Dani não era muito meu tipo. Nos vídeos da internet, sempre gostei mais de caras com um físico um pouco mais atlético, mas não muito musculosos demais. O Dani, mesmo magro, não tinha nada de atlético. Era bem mais baixo do que eu... Mas principalmente, na minha cabeça, era claramente passivo... Conseguia facilmente imaginá-lo de quatro, dando o cuzinho, sendo arregaçado e descobrindo o que já era óbvio para todo mundo... E eu... Eu também queria exatamente isso, embora, diferente do Dani,não tivesse nada de afeminado. Mas eu também queria ser fêmea... Ser viadinho... Ser dominado, arregaçado, comido gostoso... Então, o Dani estava fora das minhas fantasias, exceto porque, quando eu pensava no prazer que ele teria quando finalmente fosse agarrado por um homem, eu morria de inveja... Eu queria ter aquilo também... 

E nossa relação na escola me punha em uma relação mais de dominação também... Na sala da coordenação, onde a gente costumava se encontrar, eu era meio paizão dos meninos. Era ele e uma outra estagiária, a Vitória, também jovenzinha, vivendo as primeiras experiências. Ela costumava contar algumas coisas dela com o namorado, e eu e o Dani dávamos alguns palpites. Era uma relação levemente insinuante, com alguns leves toques mais picantes. Ela contava, por exemplo, que no final de semana ia viajar com o namorado... Falava do medo dela de pegar o namorado na cama com outra... Nada era explícito, mas uma monte de coisa que ela falava deixava a mensagem oculta de que ela era jovem sim mas que estava trepando sem parar... 

Um dia, o Dani comentou que nunca tinha beijado. Eu e a Vi ficamos chocados. "Que isso, Dani...". Fiquei com pena daquele menino tão inocente, apesar de seus vinte e poucos anos... Mas aquilo mexeu comigo de um jeito estranho. Saber que o Dani nunca tinha beijado imediatamente tocou em minhas fantasias, e depois daquele dia passei a pensar nele com outros olhos. Às vezes me pegava pensando na boca dele, imaginando os mamilos dele, como seria a língua dele passando nos meus. Pensava em beijá-lo, em lambê-lo... Me perguntava se no calor das descobertas ele teria vontade de me comer... Comecei a bater umas punhetas pensando nele, imaginando como seria segurar o pau dele, como será que ele gozava, se quem sabe ele não batia punheta pensando em mim também.

A gente se encontrava no dia a dia, alguns trabalhos fazíamos bem juntos, ficávamos sozinhos com frequência. E aquela conversa do beijo abriu algumas portas. De vez em quando ele dizia coisas como "De beijo eu não entendo, mas tal coisa eu sei fazer...", ou se eu dizia que ele precisava aprender alguma coisa, ele falava algo como "Igual beijo, né.. Preciso achar alguém que me ensine isso...". Às vezes eu respondia, mais tentando ser gentil, mas secretamente desejando que aquilo tivesse alguma insinuação: "Não vai ser difícil achar, se você quiser...". 

Aconteceu o que pensando bem era quase que inevitável... Eu cheguei uma tarde na coordenação, e o Dani estava sozinho lá. Quinta-feira, véspera de feriadão, todo mundo tinha ido embora. A escola estava vazia. Cheguei, dei boa tarde, assentei, comecei a trabalhar. O Dani estava todo pensativo. 

_Está triste, meu jovem? - perguntei. 

_Ah... Esses dias assim que todo mundo vai para a diversão eu fico meio pensativo mesmo. - Ele disse. Perguntei porque. _É a história do beijo. - Ele disse. - Não é que eu fique noiado com isso, mas nesses dias fico pensando em todo mundo namorando, se divertindo, e eu parece que estou parado na vida... 

_Pôxa, Dani... Queria poder ajudar - falei, juro que sem segundas intenções. 

_Sabe, professor - é assim que ele me chamava - Às vezes fico pensando em como é... - Engoli a seco. Aquilo me despertou um tesão. Comecei a olhar boca do Dani, a forma como o corpo dele se movia, os contornos que ele deixava na roupa, imaginando. Pensei em todas as punhetas que eu já tinha batido para ele. - Fico um pouco triste...

_ Pôxa, Dani... - repeti e me assentei ao lado dele - Não fica assim não. É questão de tempo... E de você querer. Tenho certeza de que tem gente por aí querendo te beijar.

_Sabe, professor... Vou te confessar uma coisa... Eu... Eu tenho medo de não saber... De não saber beijar... Tenho vergonha... - E ficou em silêncio, tristonho.

A essa altura eu já estava definitivamente excitado, sentindo frio na barriga, já propenso a fazer loucura. Pus a mão no ombro dele:

_Dani... É meio anti convencional, mas... Se quiser... Posso te ensinar... - Foda-se. Dependendo da reação dele eu ria e falava que era brincadeira.. Mas não:

_Professor! Mas você é casado... 

_Bem... Seria uma coisa quase que de professor para aluno mesmo... Técnica... Nada que eu precisasse contar em casa... - Ficamos em silêncio um tempo, nos olhando. Eu vi que ele estava tentado. _ Quer? 

Foi um pouco naquela do quem cala consente. _Vem, vou lhe ensinar. E nos levantamos. _Vou fechar a porta, falei. Ficamos de frente um para o outro, bem próximos, já um pouco ofegantes. Ele é um pouco mais baixo do que eu. Pus a mão na cintura dele e disse: _É assim... Vou beijar seus lábios... Só um selinho... Você me beija de volta do mesmo jeito, ok? Ele fez que sim. 

Beijei o Dani, e ele a mim... Ficamos assim um tempo... Falei, voz baixa, olho fechado, ele também: "_Agora vou pôr um pouco de língua... Você faz igual... Vou continuar beijando e lamber seu lábio, sua língua... Só a pontinha... Depois mais um pouco..." E assim fizemos, um tempão... Eu o puxava para mim, ele me puxava para ele... Instintivamente a gente ia se esfregando um pouco... O Dani estava tímido... Nunca tinha ficado com ninguém... Fiquei com medo de forçar a barra e estragar o momento... Mas ele estava com uma calça de tectel, então eu sentia bem o pau dele duro por baixo... Que delícia... Quando eu o esfregava um pouco mais, percebia que ele ficava um pouco mais inseguro, tímido, mas eu dizia: _Relaxa... Tudo bem... Está gostoso... E ele então relaxava.. Eu enfiava a mão por baixo da blusa dele e alisava as costas... Dava uns beijos na orelha... Ensinava, baixinho: "Pode beijar outras partes também... Lamber... Orelha, pescoço... Olha...". E fazia com ele, e ele fazia comigo... "Não é gostoso?", eu perguntava, e ele fazia que sim com a cabeça, tadinho... Dizia: "É...". Estava louco de tesão... 

Foi uma tarde deliciosa, que me lembrou dos meus encontros com minha primeira namorada... De certa forma inocente, mas cheio de desejo, de promessas para próximas vezes... Eu não quis forçar tanto a barra naquele primeiro dia... Sabia que haveria outros... Seria bom deixar o Dani pensando em alguma coisa quando chegasse em casa...

Quanto a mim, cheguei na minha morrendo de tesão... Naquele dia trepei com minha mulher como não fazia há muito tempo... Mas no meio da noite acordei cheio de tesão e fui bater punheta pensando no Dani... Já tinha umas ideias para as próximas vezes... 




terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Uma coisa para beber - parte III

 Certo dia, eu o Ricardo estávamos num frot gostoso... Já tinha algumas semanas que a gente vinha se pegando. Nem a Laura, minha mulher, nem a Letícia, a dele, desconfiavam, claro... A gente era amigo há muito tempo, sempre fazíamos alguma coisa juntos, então era acima de qualquer suspeito. E ainda morávamos perto. Desde aquele dia que o Ricardo tinha me pegado pela primeira vez, era só um de nós estar sozinho em casa para o outro ir...A Letícia saía para o trabalho e o Ricardo estava em modo remoto naqueles dias... Eu estava de férias... Então quase todo dia tinha uma sessão de beijos e punhetas na casa dele, enquanto os meninos estavam na escola.

Naquele dia, estávamos nesse frot gostoso, no sofá do Ricardo... Eu estava ajoelhado sobre as coxas dele, de frente para ele... Já estávamos praticamente sem roupa. A gente esfregava nosso pau, com muito tesão... Eu estava delirando... Sentia a textura do caralho dele com um pouco de atrito com o meu... Esfregávamos às vezes cabecinha com cabecinha, bem leve... Apertávamos os dois juntos, dávamos uma punhetada... Tudo era novo e muito tesudo... Acho que eu nunca tinha sentido tanto tesão na vida... Entre uma esfregada e outra, a gente se beijava... O Ricardo lambia meus mamilos de levinho, e eu os dele... Ele beijava meu pescoço, enfiava a língua na minha orelha... Parecia que eu estava me desmanchando... 

Acho que foi a primeira vez na vida que me senti de verdade uma putinha, que percebi que eu queria ser uma fêmea daquele macho... Não conscientemente, mas como uma vontade que veio em mim... 

"Que gostoso..." - Deixei escapar, baixinho, sem querer... "Eu estou louco para dar para você..."

O Ricardo parou... Riu... Achou bom... Lambeu meu mamilo de novo, juntou a boca dele na minha, perguntou: 

_Tem certeza? - e veio beijando meu pescoço... Eu, fora de mim, só falei:

"Tenho... Eu quero..." E repeti: "Eu estou doido para você me comer..."   

Ele então me virou, me deitou no sofá e ficou entre as minhas pernas. O pau duro, todo meladinho, ficou fazendo pressão na parte interna da minha coxa, que ficou melada também... Ele se virou, no meio de mim, e veio lamber meu mamilo. O pau dele roçava minhas bolas... Eu estava doido de tesão. A língua dele no meu peito parecia uma espécie de droga, de entorpecente... Era inebriante... Ele foi descendo, beijando minha barriga... Segurou meu pau... Começou a chupar um pouco... Como eu fazia com ele, encostando os lábios e a língua de leve de leve, segurando e dando umas punhetadas pequenas, só para eu sentir... 

_Quer me mamar um pouco? - Ele perguntou, e eu fiz que sim... Ele então veio subindo... Abriu as pernas e veio me escalando com a coxa, eu no meio, roçando as bolas em mim, me deixando louco, até se assentar ajoelhado no meu peito, com aquela vara deliciosa balançando na minha frente...: _Toma... Pega sua mamadeira... 

Comecei a chupetar gostoso... O Ricardo punha a cabeça para trás, acariciava meu cabelo, gemia, falava que estava gostoso... Que eu chupava gostoso... Eu acariciava a cabeça do pau dele com a língua, sentindo o melado sujando minha boca... Acariciava a perna, passava a mão nas costas dele, sentindo ele se contorcendo...  Eu ficaria ali mamando aquele cacete gostoso até engolir todo o leite que ele jorrasse, mas o Ricardo estava com outros planos... 

Me beijou... Desceu até meu mamilo... Lambeu mais um pouco, com a pontinha da língua e os lábios... Passou pela barriga... Deu mais uma mamada de leve no meu pau... E aí, entre as minhas pernas, me pegou pela cintura... Ele encaixou a rola dele, grossa, dura, melada, pulsante, no meio da minha bunda e começou a roçar... Eu quase morri de tesão... Olhávamos um para o outro com a boca entreaberta, cada uma mais enlouquecido do que o outro... 

Foi então que ele enfiou a mão atrás do sofá e puxou de lá algo que logo descobri que era um frasco de lubrificante... Filho da puta... Já tinha planejado tudo... Ele jogou um tanto daquilo sobre o pau dele, espalhou com mão e depois veio enviado o cacete entre minha bunda... Roçando a cabecinha, ele achou a entradinha do meu cuzinho virgem e encaixou ali, apertando de levinho... Soltei um ai baixinho, sentindo a cabeça do caralho dele abrindo meu rabinho pela primeira vez... 

Ele mexia um pouco, forçava, rodava, apertava... Cada vez entrava um pouco mais, e pouco a pouco meu cuzinho ia se abrindo para a entrada do caralho dele... Quanto mais ele entrava, mais eu ia sentindo aquela putinha aflorar em mim....Já tinha fantasiado aquele momento muitas vezes, já tinha brincado comigo mesmo enfiando meu dedo, lambuzado de sabonete, na hora do banho... Mas a sensação real de uma rola entrando dentro de mim, me arrombando, me dominando, me desejando, tendo prazer comigo... Era de matar... Quanto mais o Ricardo vinha, mais eu queria, mais eu tinha um urgência, uma vontade de pedir para ele enfiar, meter, me fuder, me arregarçar, me fazer de puta, me tratar como um viadinho... 

E ele vinha... Vinha... Na medida que eu ia me entregando, me abrindo, ele vinha com mais paixão, com mais movimento, metendo mais fundo, socando, socando, socando... Eu sentia as estocadas e pensava "Eu sou uma bicha... Eu sou viadinho... Eu sou fêmea... Eu sou a puta do meu macho..."... 

Parecia que o pau dele estava cada vez mais grosso, que meu cu estava cada vez mais cheio, mais arregaçado... Era diferente de tudo... Um tesão que eu nunca havia sentido na vida... Pela cara do Ricardo, pela respiração dele, pelos movimentos, pela forma como ele me segurava, eu sabia que estava chegando a hora dele gozar... E eu estava com vontade também... 

Nessa hora, meu telefone, que estava na beirada do sofá, ao alcance da minha vista e da do Ricardo, começou a tocar... Na tela apareceu o nome "Laura", e a foto da minha esposa... O Ricardo olhou bem no fundo do meu olho... Eu bem no fundo do dele... Trocamos um sorriso malicioso, e acho que ele gostou disso, porque veio com mais tesão ainda dentro do meu cu, enfiando, metendo, arregançando... 

Ele me beijou gostoso e sussurrou: _Vou gozar em cima de você... E ficou repetindo baixinho: _Vou gozar... Vou gozar...", enquanto eu respondia... "Vem... Vem..."...

O Ricardo então tirou o pau e gozou muito, muito gostoso... Jatos de porra... Grossos, suculentos... O primeiro veio na altura do meu peito, caiu bem no meu mamilo... O Ricardo gemia, urrava, enquanto eu acariciava as bolas dele, me punhetava, deixava escapar... "Que gostoso... que gostoso".... Eu me punhetava vendo aquela gala toda sair em cima de mim, me entregando, e o Ricardo ainda em êxtase enfiou o pau dele no meu rabo de novo e disse: _Vai... Agora é sua vez...

Nem precisou falar mais... Eu gritei e me contorci, enquanto o jorro vinha e saía como um tiro do meu pau, enquanto o Ricardo metia mais fundo, no ritmo da minha gozada, só aprovando "Isso... Isso... Goza gostoso..."... 

Quando acabou, fiquei ali, ofegante, dominado, arregaçado, sentindo o corpo do Ricardo no meu todo fodido... Ele se deixou cair em cima de mim, e senti o peso dele ainda cheio de tesão... Ficamos ali os dois, nos beijando, nos acariciando, deliciados, melados de porra, sabendo que a gente tinha profanado mais um limite e que nunca mais conseguiríamos parar com aquilo... 

Enquanto ele me lambia de leve o pescoço, beijei a orelha dele e só consegui dizer: "Seu puto..."

Ele deu uma lambida no meu peito, me beijos mais uma vez, chegou a minha orelha e respondeu: 

_Sua puta...



quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Uma coisa para beber - parte II

Acho que nunca esporrei tanto na vida igual nas semanas seguintes a ter batido punheta para o Ricardo pela primeira vez... Sentir a porra dele na minha mão, a boca dele na minha boca... O pau de outro homem pulsando, e justo o dele... Eu já havia batido tantas punhetas pensando naquilo, sonhando... Aquilo abriu uma coisa na minha cabeça, na minha vontade... E acho que nele também... O Ricardo sempre tinha dado pinta de ter uns desejos gays comigo... Era até brincadeira na nossa turma, quando a gente era novo... Acho que passar a língua na minha língua e sentir o caralho pulsando na minha mão derrubou barreiras nele também... 

Nas primeiras semanas depois daquela noite, quase todo dia a gente dava um jeito de se encontrar... Ele achava uma hora de ficar sozinho em casa, ou eu achava... Ou eu passava no trabalho dele, ou ele no meu... A gente ia para um canto escondido e se enroscava.. Ele me beijava com paixão... A gente se esfregava, se alisava... Logo fomos descobrindo os pontos que deixavam o outro com mais tesão... Mamilo, nós dois adorávamos... Ele me lambia, e eu lambia, às vezes punhetando junto, às vezes só apertando as coxas dele ou as costas... A língua dele em mim parecia fogo no plástico... Eu me desmanchava todo em tesão...

O boquete a gente ia aprendendo.. Eu via que fazer em mim não era muito a praia dele, mas ele dava umas chupadas.. Em compensação, parecia que ele adorava como eu fazia nele... Eu dava beijos pequenos, encostando de leve a ponta da língua na cabeça, às vezes acariciando ou lambendo de leve as bolas... Era assim que eu gostava quando a Laura fazia em mim... Mas não cheguei a ganhar leite na boca naqueles primeiros tempos... 

Fui percebendo que bater punheta para mim também não era o que o Ricardo mais gostava... Ele fazia isso, mas normalmente preferia só falar "Agora é só sua vez...", e lambia meu mamilo e acariciava meu cu enquanto eu mesmo me punhetava até gozar gostoso... Ou então nos esfregávamos até gozar, o que eu achava delicioso também... 

Mas acho que o que eu mais gostava naqueles primeiros tempos de descobertas era de bater punheta para ele... Beijando a boca dele, ou lambendo o mamilo dele... Ou simplesmente olhando, enquanto ele revirava os olhos... 

Tive até que interromper a escrita aqui bater uma punheta...  

Eu adorava cada momento... Quando eu pegava no pau dele, ele soltava um gemido de tesão... Dava para ver que o simples contato da pele já era tesudo... Eu também achava... Gostava de apertar o cacete na mão, sentir... Passava de leve o polegar na cabeça para espalhar a porra melada que já ia ficando... Às vezes passava um pouco na boca, beijava o Ricardo... Punhetava um pouco, parava quando ela ia gozar... Repetíamos essa dança várias vezes, cada vez com mais tesão, ele aguentando cada vez menos... Até chegar uma hora que a gente via que ele não ia aguentar mais...

Eu sentia a esporrada dele chegando, ele me apertando, às vezes me lambendo o mamilo, às vezes boca na boca... Às vezes a gente ficava calado, às vezes falava alguma coisa... "Que gostoso..."... 

Quando ele finalmente gozava, me apertava, ou se contorcia... Eu via ou sentia aquela porra grossa saindo do pau dele, às vezes em um jato, às vezes transbordando igual lava... Era gostoso demais sentir aquele leite quente e grosso se derramando. Eu adorava ficar sentindo aquilo ali na minha mão, enquanto beijava o Ricardo, às vezes passando a mão suja de porra nele, às passando em mim... 

Lembro uma vez que ele soltou um jorro que caiu na minha virilha... Quando me leventei para subir a calça, aquele fio de porra foi escorrendo pela minha perna... Delicioso... Eu morria de tesão... 

Às vezes, depois, ele falava "Agora é sua vez..."... E vinha me beijar e me lamber enquanto eu batia a minha punheta... Às vezes ele só ficava olhando... "Bate que eu quero ver..."... Às vezes ele me ajudava com a mão dele na minha...

Era muito bom... Muito gostoso, muito tesudo... Vou morrer de tesão para sempre lembrando que minhas primeiras experiências com macho foram aquelas momentos deliciosos de punheta com o Ricardo, enquanto as nossas mulheres cuidavam da vida deles, sem nem imaginar que os maridos delas estavam se pegando daquele jeito...



domingo, 18 de janeiro de 2026

Uma coisa para beber

 _Espera, que eu vou trazer algo para você beber... - Ele falou e me deixou na varandinha que eles têm no apartamento deles.

O Ricardo e a Letícia sempre nos convidam para uns comes e bebes na casa deles e isso sempre mexe com minha imaginação, porque minha mulher e a Letícia sempre descem numa delicatessen que tem lá perto para trazer umas coisas , e eu e o Ricardo ficamos sozinhos por pelo menos uns vinte minutos... Claro, ninguém ali sabe das minhas vontades... Ninguém sabe que tenho vontade de estar com macho, que eu secretamente bato punheta assistindo a vídeos de homem com homem... Que desde jovem eu tenho esse desejo, que não realizei quando era solteiro e que depois  ficou difícil... Nunca quis pôr chifre na minha mulher... 

Mas principalmente ninguém sabe que eu morro de tesão no Ricardo... Sempre fantasiei com ele, desde o tempo de solteiro... Uma vez rolou um clima... Ficou aquele silêncio... Acho que os dois queríamos, mas ninguém teve coragem de dar o primeiro passo... Ah, quantas punhetas não bati pensando naquele dia... Mas não parecia que haveria outra oportunidade.

Então, quando a Laura (minha mulher) e a Letícia desceram para a delicatessen aquele dia, fiquei só encostado ali no parapeito da varandinha, pensando vagamente no assunto, enquanto o Ricardo ia buscar a bebida...

_Veja se isso está bom para você... -  Quando me virei, fui pego de surpresa... O Ricardo estava sem camisa, deixando aquele peito delicioso, com apenas poucos pelos, à mostra...A barriguilha da calça estava aberta, a cueca abaixada, e o cacete maravilhoso dele estava duro, apontando para o teto... Fiquei sem fala, no susto sem entender se era brincadeira ou uma investida corajosa...

_Quer bater uma? - ele falou, e já foi se aproximando...

_Que caralho gostoso - eu falei, mas, juntando toda uma coragem que me deu de repente, já esticando o braço em direção ao pau do Ricardo - Posso pegar? 

Segurei com carinho o pau do Ricardo e já fomos nos beijando... Eu me derreti de tesão... Era a primeira vez que eu pegava no pau de outro homem. Achei delicioso... Fiquei louco de sentir aquela tora dura na minha mão, enquanto a língua do Ricardo se enrolada na minha, e a mão dele se enfiava em minha roupa e acariciava meus mamilos...

_Que caralho gostoso... - eu repeti, minha boca grudada na do Ricardo, enquanto eu o punhetava devagarinho....   

Nós ficamos nos beijando, nos lambendo... Estava tão delicioso... O Ricardo me apertava com os braços fortes dele, me lambia a orelha, os pescoço, minha boca... Eu gemia, eu me entregava... Estava enlouquecido de segurar o cacete dele, sentindo a cabeça melada, esfregando meu próprio pau no corpo dele... Eu punhetava um pouco, parava, punhetava um pouco mais, e o Ricardo falava baixinho, no meu ouvido "Que delícia...", "Que gostoso...", "Tá muito gostoso...". 

De vez em quando eu punhetava um pouco mais, até ele segurar minha mão... Esperava um pouco, soltava, e aí eu começava de novo, e dali a pouco eu soltava de novo... O intervalo foi ficando menor, e menor, e cada vez menor, e o Ricardo me segurava e me beijava, e eu insistia... E ele segurava minha mão de novo... "Por que você não deixa?", eu perguntei...

_Você vai ficar com mão toda melada - ele sussurou, sorrindo, baixinho, a boca encosta na minha.

"Não tem problema", eu falei... "A gente limpa antes delas chegarem..."

_É? - ele perguntou ("Ahã...", eu respondi, e vi que ele foi deixando)

"Vem...", eu falei, sentindo que ele ia deixar o orgasmo chegar... "Vem... Deixa.... Vem.... Vem... Vem..." - e ele ia me apertando, ofegante - "Vem... vem... vem... vemmm..." - E o Ricardo gemeu alto, urrou, urrou, urrou várias vezes... _Aaaaah! Aaaaaaah! Aaaaah! Eu sentia aquelas golfadas de leite quente saindo, me melando, escorrendo na minha mão... "Que delícia, Ricardo... Que delícia... Goza... Goza, vai... Goza gostoso... Que delícia..."

Ficamos ali um tempo, nos beijando, eu segurando o pau do Ricardo, ainda duro, ainda latejando... Quando soltei, minha mão estava toda suja de porra... Passei no peito do Ricardo, na boca dele, nas costas, passei na minha boca também, e nos beijamos, às risadas, sabendo que tínhamos feito algo que há muito tempo desejávamos... 

Não tivemos muito tempo para conversar depois... Logo as mulheres voltaram, o tempo do Ricardo se limpar... Durante a noite trocamos olhares, ficou aquela eletricidade no ar o tempo inteiro... Só um minuto que ficamos a sós na varandinha e que ele parou do meu lado e falou baixinho: _Isso não vai parar aqui não, viu? Eu sorri de volta, já morto de vontade pelos próximos passos...

Naquela noite, quando cheguei em casa, comi a Laura como há muito tempo não fazia... Coloquei ela de quatro, lambi o cuzinho dela, ela ficou doida... Passei meu pau melado nos peitos dela, algo que sempre deixou ela louca... Meti por cima e depois viramos para ela cavalgar... Ela gemeu como uma puta, chegou até a falar um "me fode..." no meu ouvido quando ia começar a gozar... E foi gostoso mesmo... Quando eu gozei, senti que estava inundando a buceta dela de leite e parecia que ela estava sentindo os jatos estocando ela por dentro... Foi um tesão, e todo mundo ficou feliz... Mas sei que aquele tesão tinha vindo é do Ricardo... E que o que eu estava pondo para fora era a vontade que ele havia me dado. 



domingo, 4 de janeiro de 2026

Feliz 2026!

 Oiê...

Os anos vão passando, e meu cuzinho vai ficando invicto aqui... Também minha língua, minha mão... Haja fidelidade à patroa!

Que em 2026 possamos soltar aquele jorrão que a gente quer e merece...

Enquanto isso, aparece... Escreve... Vamos conversar, falar de tesão, de vontades, de fantasias... Adoro... secretissimo15@gmail.com

Um beijo e felicidades! Vem...